Rodrigo Fortes

"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro"
O próprio nome diz, sonho, algo que queremos, que desejamos, mas por algum motivo não o fazemos, seja por medo, receio ou crença, mas não realizamos enquanto acordados, muitas vezes por receio do que a sociedade pensará, mas no nosso inconsciente ele permanece e no momento mais íntimo do nosso pensamento ele vem a tona, e tenta ser realizado de alguma forma, pois ali não existe preconceito nem punição, em nossos sonhos podemos tudo, ir além ou ir onde jamais alguém tenha ido, onde jamais imaginemos ter ido, e depois acordamos e voltamos a nossa vida com punições, preconceitos e crenças, vida curta, rápida como um raio, porém a deixamos de viver plenamente por culpa de uma sociedade reprimida e fraca, muitas vezes atrasada, com um pensamento consciente atrofiado, mas é no subconsciente que podemos colocar todo o inimaginável para fora, pois ali ninguém interfere ou julga.

Ps.: Acho que acordei inspirado
"Mentira. Na verdade é exatamente o contrário. Quando estamos numa trincheira, quando estamos cara a cara com a morte, é aí que concluímos que não existe nenhum Deus. É por isso que lutamos para sobreviver, para respirar mais uma vez. É por isso que pedimos ajuda para toda e qualquer entidade que exista, porque não queremos morrer. Porque, no fundo, sabemos que a morte é o fim do jogo. Não existe mais nada depois. Nenhum paraíso. Nenhum Deus. Só o nada".
Harlan Coben
O sentido do trabalho do professor esta somente no aluno, ninguém vai dizer que esta no enriquecimento, não pode também estar no próprio prestígio, pois apesar de eu achar a profissão mais importante, pois é ela que serve de instrumento para todas as outras, ela é achincalhada pela sociedade.

Não existe prestigio social, não existe compensação econômica, não existe compensação simbólica. O que faz uma pessoa abraçar isso, faz com que o trabalho tem um único sentido, a formação do aluno, o sorriso do aluno, o entendimento do aluno, a vida melhor que esse aluno possa ter.

Enquanto não há amor, somos imperialistas, somos individualistas, desejantes, sempre queremos mais. Porém quando há amor, recuamos em nome da potência, da alegria, do sucesso e do desabrochar da vida do outro.

Se você algum dia se deu conta que o grande barato da vida é você esticar a mão e proporcionar a diminuição do sofrimento de alguém, você entendeu a verdadeira condição para que uma vida possa valer a pena ser vivida.
Esse texto veio andando de moto na volta do trabalho e ficou registrado no vídeo abaixo, dei uma melhorada e ai esta uma pequena reflexão de como pensamos, ou melhor, não pensamos.

O pensamento é tratado como algo que não é prático e parece que somente o que é prático que é bom, acho que isso explica a preguiça da humanidade em viver sem pensar, pior, sem questionar.

O que esquecemos é que somos movidos por ideias, porém para ter ideias precisamos pensar. Percebam que não existe mais grandes invenções e pensadores como antigamente.

Viajando um pouco, se não pensarmos, alguém esta pensando por nós, e dai? Daí que corremos o risco de agir em função do pensamento de outro, ou pior, de agirmos sem saber que estamos agindo em função de alguma ideia, acabamos nos tornando escravos de ideias que não temos conhecimento.

Acho que isso explica um pouco a situação não só do Brasil, mas da civilização como um todo.

O sistema nos torna ratos de laboratório, onde todos andam ritmicamente iguais, agindo em beneficio do sistema, sem sequer pensar porque estão agindo de tal forma.

Não é demonstração de saúde ser bem ajustado a uma sociedade profundamente doente

Finalizando, ninguém é mais escravo do que aquele que ficticiosamente se acredita ser livre.


O vídeo que deu origem a este texto.


Ressalto, amo o meu país, mas não o povo que nele reside.

Se a intenção do país era ser uma vergonha, parece que o objetivo foi atingido, isso não é só eu que penso, parece que o mundo tem a mesma visão.

Existe aquele ditado, falem bem ou falem mal mas falem de mim, pois bem, nesse primeiro dia o que vi foi mais falando mal do que bem, principalmente pela vergonhosa abertura e pela péssima arbitragem da estréia. Parece que não é mérito só da estréia, enquanto escrevo este texto a arbitragem do segundo jogo (México x Camarões) esta desastrosa, seria só na chave do Brasil? Vamos esperar os próximos jogos.

E para não ficar aqui falando, vou citar algumas das manchetes do mundo, já que brasileiro olha apenas para o seu nariz.

"Ganha com roubo", diz a manchete do argentino Olé.

Na Espanha o jornal AS, "... foi uma cerimônia clandestina, feita basicamente para a televisão", criticando a apresentação para um estádio vazio, que só começou a encher após o término da abertura".

O mesmo AS critica o lance polêmico e a atuação do árbitro Yuichi Nishimura: “Não te dá vergonha?”

Ainda na Espanha o El País cita "Além de apaixonados por futebol, os pentacampeões ouviram adjetivos desconfortáveis, como corruptos, acomodados, ingênuos, incompetentes e despreparados."

Indo para França o Le Monde cita São Paulo como selva de pedra, até ai não é novidade para ninguém, "sempre em busca de seus limites entre luxo e miséria", também não é novidade. O mesmo jornal ainda destaca os R$820 milhões gastos na construção do Itaquerão  “O suficiente para alimentar a amargura de diversos movimentos sociais”. R$820 milhões! Onde foi esse dinheiro todo? O estádio estava horrível e mal acabado, ou foi desviado ou é pura incompetência mesmo.

O inglês The Economist, “apenas cinco das 35 obras prometidas de mobilidade urbana para a Copa do Mundo foram concluídas ao redor do país", lastimável.

A revista Foreign Policy “Alguns dos problemas da Copa do Mundo já começaram, gerando várias violações de direitos humanos no Brasil. Isso inclui o uso desproporcional da força contra manifestantes pacíficos em um país que já enfrenta altos níveis de violência, uso de tortura e condições prisionais terríveis”.

Para o jornal inglês Marca, "a impressão é de um estádio branco e imaculado pelas câmeras de TV, porém por fora a imagem é 'dantesca'". A matéria ressaltas as lonas colocadas no estádio Itaquerão para "maquiar" as ferragens e o mal acabamento das arquibancadas provisórias, além de inúmeros andaimes, galerias abertas e poças d'água no concreto. 

Nem a taça foi poupada, o americano Today, afirma que a taça desta copa é a mais feia de todos os tempos e ainda cita 7 motivos justificando a afirmação.

É pessoal, a coisa não esta nada boa para o nosso lado. A seleção pode até ser campeã, mas eu não tenho motivos para comemorar, pois não sigo a massa e tenho opinião, pois se é uma coisa que nos diferencia e nos da vantagem aos demais animais, é a capacidade de questionar e pensar.
É dado o início à Copa do Mundo no Brasil, vamos comemorar o dinheiro que falta para saúde, o dinheiro que falta para educação, mas sobra para os estádios, os impostos que pagamos, mas a Fifa não precisou pagar, comemorar a igualdade social, nossos políticos honestos que só pensam no povo. Vamos comemorar povo trouxa, que não sabe questionar, bitolado que não enxerga um palmo a sua frente, essa copa é para vocês.
Não sou contra a copa nem ao Brasil, sou contra o valor errado que é dado ao evento.
Todo casamento, é nisso que acredito, nunca deixa de ser um acordo silencioso em que ambas as partes usufruem vantagens que podem ser desde a segurança material até o apoio psicológico.

Geralmente o macho, mesmo que inconsciente, procura uma fêmea perfeita, a mulher dos sonhos, limita-se então aos aspectos físicos, seios firmes, bumbum durinho, cintura lisa, pernas grossas e rosto angelical (apenas características superficiais). Já a fêmea procura um macho de boa família, com um bom patrimônio e uma situação financeira estável, seja educado e se for bonito é um bônus a mais, até “50 Tons de Cinza” deixa isso bem claro nos primeiros capítulos e a mulherada adorou, mesmo que por osmose.

Porém nem sempre as características, físicas, se encaixam e então as exigências diminuem e simplesmente ocorre a união mais simples e inesperada. Nesse momento então começa o teatro.
Primeiro ato, apresentação dos respectivos (as) aos familiares, seguindo para o próximo passo das normas da tradição, o noivado.

O segundo ato sai da fase de planejamento e chega o momento da execução, a alucinante maratona da organização do grande evento. Ornamentação da igreja, escolha de padrinhos, seleção de músicas, fotógrafos, local da festa, contratação de um buffet, agregados para convidar, chá de panela, despedida de solteiro e por ai vai, alguns meses de empenho e dedicação.

Eis que então chega o grande dia, todos os envolvidos encontram-se cansados e até estressados, eis então o auge da peça teatral, noivo e noiva (após horas torrando a cabeça no cabeleireiro) devidamente paramentados. Cenário pronto, fundo musical preparado, plateia aflita para assistir a peça, enredo muito conhecido mudando apenas os personagens, e depois se atirar aos comes e bebes.

Os personagens principais a postos, pais e padrinhos em locais de destaque e claro, o padre, com seu papel na ponta da língua por tê-lo representado milhões de vezes. Eis então que surge a grande frase, “Aceita para amá-la e respeitá-la pelo resto da vida?”, como fazer uma promessa dessa se tratando de um sentimento? Sentimentos são volúveis e incontroláveis, mas bem, temos que aceitar para a peça teatral continuar como ensaiado.

Chegamos ao momento da troca de alianças, ou algemas? Sempre que o casal olhar para sua mão vai lembrar que fez um compromisso, sendo um dos responsáveis por isso. Mas como se não bastasse é necessário assinar a grande certidão de casamento, confirmando as promessas feitas e selando a linda união, neste momento, antes mesmo de saírem da igreja já surge o primeiro momento de desconfiança desta relação que esta a se iniciar, se um dos casais desistir do enlace no futuro? Perante a justiça e a Lei, a certidão de casamento é a garantia da posse, principalmente de bens materiais. Mas o padre ainda desconfiado chama os padrinhos para testemunhar, por escrito, que realmente os noivos fizeram tal promessa.

O macho e fêmea que decidirem se unir formalmente perante a sociedade, precisam provar do aborrecimento da burocracia para provar que estão interessados na procriação, amor, companheirismo ou seja qual for o motivo daquela união.

E então após o cumprimento dos padrinhos e convidados, fecham a grande atuação do casal e o encerramento da peça, indo para tão esperada comilança.

Isso mostra como o casamento não passa de um acordo silencioso entre ambas as partes que serve para usufruírem vantagens materiais e psicológicas.

Fica a dica de uma pequena reflexão do amor. É o resultado da paciência, humildade, respeito, honestidade e da verdade que são colocados a prova todos os dias na vida de um casal. Por isso, por esta hipocrisia, que a cada dia mais aumenta precariedade da situação social do país e a união entre duas pessoas perde o seu real valor.
Todo ser humano busca algum tipo de prazer para transforma-lo no instrumento chamado felicidade, mesmo que esta felicidade dure por uma fração de segundos.

Quais os prazeres buscados pela humanidade? Acredito que o primeiro seja o prazer sexual, sem hipocrisia, todos possuem desejos sexuais e tentam saciá-los de alguma forma. Em seguida vem o prazer do paladar, todo alimento proporciona a satisfação da fome, o prazer de se alimentar.

Depois vem os outros prazeres em uma mesma escala, ouvir uma boa música, visitar lugares bonitos, um belo sorriso, todos estes prazeres, assim como outros, fazem com que o ser humano tenha seu momento de felicidade.

Porém, ainda existe o maior dos prazeres, o amor, dentre tantos significados é a "procura de outra pessoa para um romance ou compromisso". Para alcançar esse objetivo, instintivamente fazemos uma avaliação prévia do outro, é necessário alguns pré-requisitos. A pessoa que irei me unir é bonita? Ela possui posses que permitam o conforto material? Tem destaque na sociedade? Ou seja, esse amor é a busca pelo prazer pessoal. Sejamos realistas nesse ponto de vista, somos completamente egoístas, e este é o amor que pode ser observado na grande maioria dos casamentos.

Quantos não se casaram pensando apenas em seu prazer, mesmo que inconsciente?
Continua...




Já pararam para refletir se vocês realmente fazem o que gostam?

Passamos a maior parte do tempo de nossas vidas no ambiente de trabalho, quer dizer que se trabalhamos onde não gostamos, estamos jogando grande parte da vida fora, e na vida não é possível refazer o código ou corrigir o erro.

Muitas vezes os gestores criticam ou deixam de contratar alguém pelo simples fato de terem passado por muitas empresas, ou por terem trocado uma empresa para ganhar 500 reais a mais. Mas já pararam para pensar que pode não ser o fator dinheiro ou falta de qualificação.

A geração milenium anseia por conhecimento, por novas experiências, por aprendizagem continua, ou seja, viver a vida a cada minuto, são pessoas ansiosas que não suportam ficar paradas ou realizar um trabalho burocrático. Trabalham para aprender e trocar conhecimento.

Quem sabe este seja o fato da troca de emprego, as empresas são muito burocráticas e arcaicas, o trabalho é muito mecânico, muitos ainda adotam o modelo de pirâmide a finco, onde um diretor que não sabe o que se passa dentro de sua própria empresa é quem da as ordens. Trabalhamos em muitos casos por osmose e entramos no conflito entre o desbravador e o estagnado.

Esta nova geração não anseia mais chegar a grandes cargos (CIO, Presidência...), eles queres trabalhar por prazer, por conhecimento. Querem viver a vida, simples e do seu jeito.

Por isso não julgue quem muito troca de emprego, as vezes o problema não esta na pessoa e sim na sua empresa.

Eu faço parte desta nova geração e você?
"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, Porque ele se tornará assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade. É necessário que ele adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim, ele se assemelhará, com seus conhecimentos profissionais, mais a um cão ensinado do que a uma criatura harmoniosamente desenvolvida. Deve aprender a compreender as motivações dos homens, suas quimeras e suas angústias para determinar com exatidão seu lugar exato em relação a seus próximos e à comunidade.
Essas reflexões essenciais, comunicadas à jovem geração graças aos contatos vivos com os professores, de forma alguma se encontram escritas nos manuais. É assim que se expressa e se forma de início toda a cultura. Quando aconselho com ardor ‘as humanidades’, quero recomendar esta cultura viva, e não um saber fossilizado, sobretudo em história e filosofia.
Os excessos do sistema de competição e especialização prematura, sob o falacioso pretexto de eficácia, assassinaram o espírito, impossibilitaram qualquer vida cultural e chegam a suprimir os progressos nas ciências do futuro. É preciso, enfim, tendo em vista a realização de uma educação perfeita, desenvolver o espírito crítico na inteligência do jovem. Ora, a sobrecarga do espírito pelo sistema de notas entrava e necessariamente transforma a pesquisa em superficialidade e falta de cultura. O ensino deveria ser assim: quem o recebe o recolha como dom inestimável, mas nunca como uma obrigação penosa."
No pais das maravilhas onde a ficha limpa é um problema e não uma solução, tudo pode acontecer.
Em um mundo onde o dinheiro esta acima do bem e do mal, não da para considerar a humanidade como racional.
"Não diga pouco em muitas palavras, mas sim muito em poucas."
Pitágoras
Algumas características relevantes na hora de escolher o sistema operacional do seu smartphone.



Iphone Windows Phone Android
Usabilidade do sistema Bom Bom Bom
Disponibilidade e diversidade de aplicativos Muitos Menos de 100 aplicativos Muitos Mais
Facilidade de implementação Controlado pela apple e somente em C++ VS2010 Java, Mono
Parceiros de mercado Somente Apple Nokia, HTC, Dell, Samsung e LG Qualquer
Custo de marketplace US$50,00 US$100,00 US$50,00
Custo de licenciamento Incorporado Indefinido Zero
Personalizações de fabricante Zero Poucas Livre
Ambiente Corporativo Não Nativo Exchange Exchange via aplicativo PUSH
Ligações 3G com vídeo Sim Indefinido Sim
Navegação de internet Ótima Boa Boa
Aplicativos Flash Não Sim Sim
Aplicativo integrados com a nuvem Sim, com aplicativos e com serviços Apple Sim, com serviços da microsoft Sim, nativo com serviços google
Software aplicativo interage com o software nativo Não ?? Sim
Desenvolvedores Restrito C++ Restrito VS2010 Java, Mono
Portabilidade Cel e Tablet (Apple) Projetado para cel e tablets, não apresentados até o momento Cel e Tablet
Concorrentes diretos Android Iphone e Android Iphone
Desen. Mercado Redução de Desen. no mercado Falta de regras claras de Marketplace Livre


Estou colocando dois vídeos de Ricardo Semler da sua palestra de 2009 no LATWF, em Londres. Os vídeos são muito interessantes para refletir sobre tudo que fazemos e porque fazemos, a chave é a palavra “porque”. Simplesmente porque fazemos as coisas de modo condicionado, como “ratinhos” de laboratório, sem sequer pararmos e nos perguntarmos, porque?

Para quem não conhece, Ricardo Frank Semler é empresário, chefe-executivo (CEO) e sócio majoritário da empresa Semco S/A.

A Semco é uma empresa brasileira conhecida pela sua implementação radical dos conceitos da democracia industrial e reengenharia corporativa. Suas políticas de gestão empresarial inovadoras foram difundidas entre empresas ao redor do mundo. Sob sua gestão, os rendimentos cresceram de quatro milhões de dólares, em 1982, para 212 milhões de dólares em 2003.

Em 1994 revista Time apontou Ricardo entre os "100 Jovens Líderes Globais". Em 1990 como "Empresário do Ano na América Latina" na revista Wall Street Journal Latin America e "Empresário do Ano no Brasil" em 1992.

Ricardo Semler formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo e estudou Administração de Empresas em Harvard, escola em que, ironicamente, só conseguiu ingressar depois de escrever uma carta criticando a instituição. Escreveu livros que se tornaram sucesso em vendas no Brasil e exterior, como o Virando a Própria Mesa, seu primeiro livro, publicado em 1988, e Seven-days Weekend, publicado em 2003.

Foi ainda vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e o fundador da Fundação SEMCO, cujo objetivo inicial é criar escolas de ensino básico voltadas para a educação infantil, com uso das técnicas inovadoras de participação democrática. Atualmente Ricardo Semler é diretor da FIESP e articulista do jornal Folha de S. Paulo e Sócio da Tarpon Investimentos em São Paulo, Brasil.
Bem, vamos aos dois vídeos.




A TI esta cada vez mais sofrendo pressão do mercado, os desafios das empresas são muitos. Mudanças de mercado, pressão da concorrência, aumento de usuários, evolução tecnológica, obriga as empresas a manterem-se atualizadas, promoverem mudanças internas e possuir capacidade para se adaptarem rapidamente a mudanças.

Por este cenário diversas empresas veem adotando e com sucesso o BPM e SOA. Como resultado, mudanças fundamentais surgiram na maneira como as

partes envolvidas de TI e negócios trabalham juntas. Porém é preciso cuidado, pois ao mesmo tempo que surgem oportunidades, os riscos se equivalem. Segurança, ineficiência e um possível desalinhamento organizacional são alguns riscos encontrados nesta configuração.

BPM

SOA

Otimiza os processos de negócios

Organiza a infraestrutura de TI

Demanda por visibilidade

Demanda por encapsulamento

Orientado diretamente pelas metas da empresa/órgão

Orientado indiretamente pelas metas dos negócios, traduzidas em uma necessidade de TI ágil e governança

Não exige SOA, mas SOA simplifica imensamente as implementações de BPM

Fornece uma camada de controle e governança para a IT sob BPM

Vale a pena as organizações olharem mais para BPM e SOA a fim de lidar com os desafios da transformação e tirar proveito de suas oportunidades. Mas é bom lembrar que para isso é preciso compromisso cultural e tecnológico se a empresa quiser extrair todo o valor dessa convergência de tecnologias e pratica de negócios.

Function ou em português, função, é uma rotina Transact-SQL ou Common Language Runtime (CLR) que aceita parâmetros, executa uma ação, como um cálculo complexo, e retorna o resultado dessa ação como um valor. O valor de retorno pode ser um valor escalar (único) ou uma tabela.

Vamos ver como criá-las

Basicamente o código é bem simples.

create function 'nome da função'(parametro1, parametro2, ...)
begin
comandos...
return 'valor'
end

Como já comentei na Stored Procedure, verifico se a função já existe, caso exista darei um drop (delete) na função

if exists (select * from sysobjects where id = object_id('FunctionTeste'))
drop function FunctionTeste
Go

--Crio a função declarando seus parâmetros
create function FunctionTeste(@campo1 int, @campo2 char(1), @campo3 datetime, @campo4 int)

--Criptografo o código
with encryption as

--Inicio os comandos
begin

--Declaro algumas variáveis
declare @dias int,
@Avaliacao char(1),
@dtOS datetime,
@dtPrazo datetime

--inicializo as minhas variáveis
select @dias = -1, @Avaliacao = 'N'

--insiro dados da tabela SubNivel nas minhas variáveis
select @dias = IsNull(SubNivel.dias, -1) from SubNivel with(nolock) where SubNivel.cdOSNivel= @campo1 and SubNivel.status = @campo2

--verifico a variável dias é maior que -1
if (@dias >= 0)
begin

--insiro a data retornada da consulta na variável @dtOS
select @dtOS = max(OS.dtDig) from OS with(nolock) where OS.cdOS = @campo4

--insiro a data retornada da consulta na variável @dtPrazo
select @dtPrazo = max(OSMO.dtPrazo) from OSMO with(nolock) where OS.cdOS = @campo4

--verifico se o @dtPrazo é menor que @dtAtual, se for menor seto a variável @Avaliacao com 'A' senão seto com 'S'
if (@dtPrazo <= @dtAtual)
set @Avaliacao = 'A'
else
set @Avaliacao = 'S'

end

--Retorno o valor da variável @Avaliacao
return @Avaliacao
end
Go
Depois de um longo tempo estou continuando as postagem de SQL Server.

Uma view ou traduzindo para o bom português, visão, no contexto dos bancos de dados serve para criar uma tabela virtual cujo conteúdo (colunas e linhas) é definido por uma consulta. Esta instrução é utilizada para exibição dos dados em uma ou mais tabelas no banco de dados. Por exemplo, uma exibição pode ser usada para as finalidades a seguir:

-Para focalizar, simplificar e personalizar a percepção que cada usuário tem do banco de dados.

-Como um mecanismo de segurança permitindo que os usuários acessem dados por meio da exibição, sem conceder permissões aos usuários para acessar diretamente as tabelas base subjacentes.

-Para fornecer uma interface compatível com versões anteriores para emular uma tabela cujo esquema foi alterado.

Visto o conceito, vamos a criação, pelo mesmo fato já comentado na criação de stored procedure, antes de criar a view verifico se ela já não existe, se existir dou um drop (delete) na view.

if exists (select * from dbo.sysobjects where id = object_id(N'[dbo].[vProduto]') and OBJECTPROPERTY(id, N'IsView') = 1)
drop view [dbo].[vProduto]
go

--crio a visão
CREATE VIEW vProduto

--encripto os dados
WITH ENCRYPTION AS

--faço a consulta que sera armazenada na visão
SELECT Produto.cdProd, Produto.dsProd, Produto.espec, Produto.tipo, Produto.fAtivo, Produto.reg
FROM Produto with(noLock)
GO

Pronto, basta realizar um 'select' simples colocando no 'from' o nome da view para retornar os dados.
Nessa semana quebrei a cabeça com um situação muito simples, instalar o Fedora no meu netbook Acer Aspire ONE.

O processo é muito simples, baixar o Fedora 14, baixar o Live USB creator e criar a imagem no pendrive. Beleza, na teoria funciona que é uma beleza, porém comigo não tinha jeito de funcionar.

Ao reiniciar meu netbook, no momento do boot a tela piscava e congelava. Tentei diversas vezes, criei os arquivos com dois programas diferentes, com versões diferentes do Fedora, testei em outro pendrive e nada.

Tentei outra estratégica então, instalar o Ubunto, e adivinhem, mesmo problema, porém o Ubunto disponibiliza um exe para instalar a partir do Windows, desta forma foi, porém não fiquei satisfeito.

Depois de algum tempo percebi qual era o problema, os dois pendrives que utilizei eram Kingston, para minha surpresa, o problema estava no pen drive, utilizei um de outra marca e funcionou, testei no notebook ASUS e deu o mesmo problema com o Kingston.

Se alguém passar por isso, fica a dica, não utilize pendrive da Kingston para criar o live CD, pelo menos do Ubunto e do Fedora não funcionaram, o que era para ser algo simples e rápido, se tornou um processo demorado e irritante.
Bem. Minha namorada é fanática por esmalte, a loucura chegou a tanto que ela e mais 10 amigas fundaram um blog, Clube das Esmaltadas.

Mas porque estou falando de esmaltes?

Simplesmente porque a Impala, marca de esmaltes e produtos de cuidado pessoal pertencente ao Grupo Mundial, investirá neste ano cerca de R$ 2,5 milhões na ampliação do uso do Oracle E-Business Suite, além da adoção de novos módulos do Mastersaf já utilizado pelo grupo.

Apesar de a Impala possuir uma operação diferente das demais empresas do grupo Mundial, o projeto irá centralizar a base fiscal da empresa numa mesma solução, com o objetivo de reduzir o TCO.

Recentemento a Mundial também focou a TIC em outras áreas, como a troca de fornecedor de rede de dados e a adoção de uma nova solução de backup remoto.

A corporação também possui software para gestão de frete, o GKO Frete, já existe meta para ser implantado na Impala também.

Com esta solução da GKO, a Mundial tem visibilidade de todas as etapas do processo - da contratação do frete ao monitoramento de entregas.

O grupo mostra que além de produtos de beleza e acessórios para a indústria de moda, utensílios domésticos e equipamentos de hidroterapia, também esta antenado na tecnologia.
Tem que tirar o chapéu para projetos como estes.

Os nerds do Institute for Dynamic Systems and Control, da Suiça, desenvolveram quadrocopteros e criaram a Flying Machine Arena para testas seus brinquedinhos.

A Flying Machine Arena consiste em um espaço de 10x10x10m, com uma sala de controle adicional anexada ao mesmo. Possue uma parede de vidro transparente reforçada para criar um volume fechado, onde veículos autônomos podem operar sem comprometer o espaço circundante. O piso do espaço é coberto de espuma de absorção de impacto, reduzindo os danos sofridos durante uma falha.

Essas maquininhas podem jogar ping pong (como pode-se perceber no vídeo abaixo), se moverem através de sons, ser controladas dinamicamente e tem a carga das baterias monitorada, os veículos podem pousar em plataformas de carga e recarregar as baterias sem intervenção humana.

É realmente um projeto que qualquer um que gosta de tecnologia gostaria de trabalhar.

Informações mais detalhadas podem ser obtidas no site do Instituto.





Outro vídeo com explicações mais detalhadas do projeto.